“Você tem que saber quem você é”: Edri Dantas compartilha dicas para quem quer começar na creator economy

A creator falou sobre como lidar com críticas, construir uma comunidade e encontrar seu próprio caminho na criação de conteúdo
3 min de leitura
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Entrar para o universo da criação de conteúdo também significa aprender a lidar com opiniões. Para quem decide se expor na internet, críticas, julgamentos e comentários fazem parte da rotina, e saber como lidar com eles pode ser tão importante quanto entender de conteúdo ou divulgação.

Para Edri Dantas, o primeiro passo é saber quem você é antes de se preocupar com o que os outros vão pensar.

“Quem vai mudar minha vida sou eu. As pessoas não vão mudar. Então, o que as pessoas vão achar ou não de mim não importa. O que importa é que eu acho.”

Segundo ela, não existe um jeito de escapar completamente das críticas. Seja pelo corpo, pela forma de falar ou pelas escolhas que faz, quem está na internet sempre estará sujeito à opinião de outras pessoas. Por isso, ter clareza sobre os próprios objetivos ajuda a não deixar que esses comentários definam o caminho.

“Você tem que ter a credibilidade e o bom senso de falar quem é você e não deixar as pessoas falarem quem você é. Se você sabe quem você é, de resto não importa.”

Essa mesma segurança também pode fazer diferença na hora de começar. Para quem está pensando em criar conteúdo, Edri acredita que não basta abrir um perfil e esperar que o público apareça. Antes de entrar na Privacy, ela já vinha construindo uma base nas redes sociais e foi a partir dessa comunidade que conseguiu apresentar seu conteúdo para pessoas que ainda não conheciam aquele universo.

Por isso, para quem está começando do zero, ela conta o que funcionou para ela: primeiro construir uma presença, entender com quem quer falar e, a partir daí, formar uma comunidade interessada no que você tem a oferecer.

“Não é só você chegar, abrir e pronto, você vai ganhar dinheiro. Isso não existe, não funciona. Todo lugar tem um trabalho, todo lugar tem um marketing, tem uma estratégia, tem um conceito, não é só chegar e fazer. Então, para quem está começando e quer entrar nesse mundo, eu aconselho a primeiro fazer uma base, um público, montar uma comunidade.”

Ao mesmo tempo, Edri percebeu que esse não é o único caminho possível. Durante sua experiência na Privacy, conheceu creators que começaram de outras maneiras e entendeu que cada pessoa pode encontrar uma forma diferente de chegar ao próprio público. O importante é ter em mente que começar exige trabalho, divulgação e construção de comunidade, e que os resultados não acontecem simplesmente por abrir um perfil.

Essa construção também pode ajudar a enfrentar um dos principais receios de quem pensa em começar: o medo da exposição. Antes de entrar na Privacy, Edri também tinha dúvidas sobre se expor e não conseguir o retorno que esperava. Ela tinha receio de ser julgada, ouvir comentários negativos e acabar sendo vista de outra maneira pelas pessoas que já a conheciam.

Com o tempo, porém, percebeu que existem diferentes formas de construir uma trajetória na plataforma, respeitando os próprios limites. Para ela, muitas mulheres ainda deixam de experimentar esse universo por imaginarem que existe apenas um tipo de conteúdo possível.

“Muitas meninas acham que é só aquele tipo de conteúdo. Mas, se elas soubessem os conteúdos que você pode fazer lá, com seus limites, e ganhar dinheiro com isso, tenho certeza que muitas mulheres já tinham feito.”

E, depois de construir sua própria comunidade e encontrar uma forma de trabalhar que funciona para ela, algumas ferramentas da Privacy também passaram a fazer parte dessa rotina. Entre as funcionalidades que Edri mais gosta, o Chat aparece como destaque quando o assunto é faturamento, é onde ela conta que mais ganha dinheiro atualmente. A videochamada também ocupa um espaço especial, principalmente pela possibilidade de criar uma conexão mais próxima com quem acompanha seu conteúdo.

“O Chat é legal, live também é legal. Videochamada também, porque você tem essa conexão. Às vezes parece que as pessoas ali não são reais, mas quando você entra no Chat ou na videochamada, você vê que são pessoas realmente.”

No fim, seja para quem ainda está pensando em começar ou para quem já produz conteúdo, a experiência de Edri passa por um mesmo ponto: conhecer os próprios limites, construir uma comunidade e, principalmente, não deixar que a opinião de outras pessoas determine quem você é ou o caminho que quer seguir.

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