Em um cenário onde atletas continuam recebendo pouco incentivo para investir em sua carreira no esporte, plataformas de monetização de conteúdo passaram a ocupar um novo espaço na jornada profissional deles.
Impulsionados pelo crescimento acelerado da creator economy no Brasil, esportistas vêm utilizando conteúdo exclusivo, influência digital e comunidades próprias para ampliar receita e conquistar maior autonomia financeira fora das estruturas tradicionais do esporte.
O movimento vai de encontro com as mudanças no comportamento do público, especialmente da Geração Z, que tem o hábito de acompanhar mais atletas individuais do que os times clubes esportivos, consumindo esse tipo de conteúdo a partir de narrativas.
Na Privacy, maior plataforma de monetização de conteúdo do Brasil, atletas de diferentes modalidades vêm transformando audiência e influência digital em uma nova fonte de renda. Um dos exemplos é o ciclista Igor Nova, que utiliza a plataforma para ajudar a financiar sua trajetória rumo às Olimpíadas de 2028.
“Ter liberdade para ser e criar fez toda a diferença. Hoje, não planejo mais pensando em sobrevivência, mas sim em como posso crescer cada vez mais. A Privacy tem sido um caminho fantástico para quem quer se reinventar e compartilhar o que sabe”, afirma Igor.
"Descobri uma maneira de transformar meus conteúdos em conquistas reais! Esse caminho com a Privacy está me ajudando a ir além como atleta de futsal e a alcançar meus objetivos."
— Privacy (@sejaprivacy) January 28, 2025
Conheça o perfil da Marcela Soares! pic.twitter.com/1UqFKZD0NE
A jogadora de futsal Marcela Soares também encontrou no digital uma alternativa para conquistar estabilidade financeira e seguir ligada ao esporte. A atleta ganhou repercussão nacional após defender publicamente a autonomia de atletas na construção da própria imagem e carreira fora das quadras, revelando faturar cerca de R$ 55 mil mensais com monetização digital. Recentemente, Marcela anunciou a criação do próprio time feminino, projeto que pretende financiar com recursos obtidos nas plataformas digitais.
“A Privacy me ajudou a ter independência financeira, algo que o futsal feminino não oferecia. Consegui realizar sonhos, comprar bens materiais e fazer viagens”, comenta.
O avanço masculino dentro da creator economy também tem chamado atenção. Ex-jogador de vôlei profissional e ex-personal trainer, Ale Siewert encontrou na monetização de conteúdo uma nova carreira e hoje atua integralmente no ambiente digital. O criador revelou faturamento médio entre R$ 10 mil e R$ 15 mil mensais, tendo alcançado pico de R$ 22 mil em um único mês.
“Quando iniciei nesse mercado digital, comecei conciliando a produção de conteúdo com a profissão de jogador e educador físico. Após aprender e aperfeiçoar a maneira de trabalhar, vi que poderia viver só com isso, com mais qualidade de vida e liberdade financeira”, afirma.
O avanço dos atletas creators acompanha uma transformação global no consumo esportivo. Mais do que acompanhar resultados e competições, o público busca acesso aos bastidores da vida dos esportistas. Nesse cenário, plataformas digitais passam a ocupar um papel cada vez mais relevante na construção de carreira, geração de receita e fortalecimento de marca pessoal para atletas de diferentes modalidades.


