Antes de começar a criar conteúdo, Carol conta que era uma pessoa reservada, não se sentia muito segura consigo mesma e não gostava de chamar muita atenção. Aos 27 anos, a creator de Santa Catarina trabalhava como vendedora em uma loja de cosméticos e estava acostumada a ficar mais na dela. Até que começou a fazer algumas fotos e passou a se enxergar de outra maneira.
A experiência despertou uma pergunta: por que não valorizar mais a própria imagem e experimentar algo diferente? Foi a partir daí que a creator começou a conhecer o universo da creator economy.
O que começou com algumas fotos ganhou novos significados quando ela criou seu perfil na Privacy. Para a creator, colocar o próprio nome naquele espaço marcou o início de uma versão de si mesma que até então ela não conhecia.
“O @EuKath é a minha versão que eu achava que não existia. É uma outra personalidade minha que eu achava que nunca existiria, mas que me transformou em uma mulher, daquela menininha em uma mulher”, conta.
Segundo ela, essa mudança também teve impacto na forma como passou a se enxergar.
“Tem sido incrível, tem sido uma descoberta, tem melhorado 100% a minha autoestima”, afirma.
Nos primeiros dias na plataforma, a creator se surpreendeu com a resposta de quem começou a acompanhar seu conteúdo. Os comentários sobre suas fotos e a forma como era recebida por essas pessoas fizeram parte desse começo.
“Eu não esperava que viessem aqueles números, que todas aquelas pessoas gostassem de mim. Elas comentavam o quanto eu era linda, o quanto eu estava linda. Então isso foi bem legal”, relembra.
Além da mudança na forma como se enxerga, a partir da experiência com a plataforma, “Kath” encontrou nas lives uma forma de se aproximar ainda mais de quem acompanha seu conteúdo.
Em entrevista ao Blog da Privacy, ela contou como as transmissões passaram a fazer parte da sua rotina e compartilhou uma dica para quem ainda se sente inseguro para começar.
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