A dança sempre foi a principal forma de expressão de Sarah Adod. Entre aulas de pole dance, workshops e apresentações, a artista mineira construiu uma carreira ligada à dança sensual e à expressão corporal. Com o tempo, ela também encontrou na criação de conteúdo uma maneira de ampliar o alcance do próprio trabalho e explorar possibilidades que nem sempre cabiam nas redes sociais tradicionais.
Natural de Juiz de Fora (MG), Sarah já tinha experiência com diferentes modalidades artísticas antes de entrar na Privacy. Como instrutora de pole dance, dava aulas, organizava workshops e participava de apresentações. Seu trabalho também passou por palcos maiores, como o The Town, além de videoclipes de artistas como Orochi.
A relação com a internet surgiu como uma extensão dessa trajetória. Como seu trabalho envolve muita expressão corporal, Sarah encontrava dificuldades para fazer o algoritmo das redes sociais jogar a seu favor e levar sua arte a mais pessoas. Na Privacy, ela encontrou liberdade para divulgar o próprio trabalho do jeito que preferir.
“Eu vi na criação de conteúdo uma possibilidade de expandir minha produção, expandir minha criatividade numa plataforma, num local que eu pudesse me expressar com liberdade”, conta.
Na Privacy, uma das principais mudanças aconteceu na relação entre seu trabalho e o retorno financeiro. Embora já tivesse reconhecimento dentro da comunidade do pole dance e uma agenda de workshops em diferentes cidades, Sarah explica que a remuneração das aulas nem sempre acompanhava o esforço envolvido na profissão.
“O que eu sinto que a Privacy mudou é realmente a questão financeira. Eu consigo monetizar o meu trabalho, ainda mais que, quando você é professora, você não é tão bem remunerada”, afirma.
Nos seis primeiros meses na plataforma, ela chegou perto de alcançar R$ 100 mil em faturamento. O resultado também trouxe mais tranquilidade para organizar os compromissos profissionais e aproveitar os períodos fora de casa.
Antes mesmo de entrar na Privacy, Sarah já viajava pelo Brasil para dar aulas e participar de eventos. A diferença é que agora consegue fazer esses deslocamentos com mais calma, sem precisar concentrar tantos trabalhos em cada viagem.
“Eu não preciso viajar pra me matar de trabalhar naquilo. Eu posso ir com mais calma, posso usufruir de mais coisas”, explica.
Essa liberdade também já se traduziu em sonhos realizados. Em sua rede social, Sarah coleciona destaques de viagens pela Europa e agora tem um novo destino nos planos: a Indonésia, onde quer fazer um curso de yoga, área em que também deseja se tornar instrutora.
“Eu tenho muita vontade de ir pra Indonésia. Eu quero fazer uma viagem espiritual, fazer um curso de yoga e passar um tempo lá”, conta.
Para além da profissão, a dança ocupa um lugar importante na maneira como ela se relaciona consigo mesma. Sarah conta que o pole dance mudou sua percepção sobre o próprio corpo, especialmente ao descobrir suas possibilidades para além da aparência.
“Eu gosto porque mudou minha vida, mudou a forma como eu me olho no espelho. Eu consigo ver o quanto meu corpo é potente, que ele é mais do que um objeto que tem alguma utilidade”, diz.


