“É pra pessoas comuns!”: Ana Paula Brooke compartilha dica para quem quer começar na Privacy

Creator fala sobre a importância de perder a vergonha de começar e de ter jogo de cintura na relação com os assinantes
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Por trabalhar durante anos com provador virtual, Ana Paula Brooke consolidou um público formado majoritariamente por mulheres nas redes sociais. Desde que começou a produzir conteúdo para a Privacy, muitas delas a procuram com a mesma pergunta: a criação de conteúdo rende mesmo o que dizem?

Em conversa com o Blog da Privacy, Ana conta o que costuma responder e qual conselho considera essencial para quem ainda está em dúvida: deixar a vergonha de lado e tomar uma decisão.

“A dica que dou para todas elas é a seguinte: você quer faturar mais do que ganha hoje? Então, faça! Não olhe para mais nada. Sabe por quê? Porque, quando você fechar seu perfil, independentemente do que aconteça na sua vida pessoal, depois de três meses ninguém mais vai lembrar de você. Vêm criadoras e saem criadoras”, afirma.

Ela reconhece que o conteúdo publicado na internet dificilmente pode ser apagado por completo, mas acredita que a atenção das pessoas muda com o tempo. “O que vai para a internet é eterno e dificilmente você vai conseguir tirar, mas as pessoas acabam se esquecendo. Então, se tem vontade, tem coragem e não tem vergonha, comece.”

A própria experiência reforçou essa visão. Ana conta que se surpreendeu com os resultados logo no início e faz questão de lembrar que a criação de conteúdo não é um espaço reservado a quem já é famosa. Até o ano passado, ela tinha 89 mil seguidores e sonhava em chegar aos 100 mil.

“Eu não sou uma atriz, não sou nada, eu sou uma pessoa comum. Isso é pra pessoas comuns mesmo. […] Não é só pra modelo, pra atriz, pra ex-Big Brother. Não, eu não sou nada disso”, destaca.

Começar, porém, não significa que a rotina será livre de desafios. Para Ana, também é preciso desenvolver paciência e jogo de cintura para lidar com as expectativas de quem assina o perfil.

“As pessoas vão ter muitas cobranças, sim. […] Tem que ter um jogo de cintura muito grande, uma mentalidade boa. […] Paciência acima de tudo, resiliência”, pontua.

Hoje, ela também enxerga os efeitos desse trabalho na vida da família. Suas irmãs, que antes trabalhavam na feira, agora trabalham com ela. No último mês, Ana ainda proporcionou uma viagem de seis dias a Balneário Camboriú para todas.

“Elas ficaram apaixonadas. Eu falei: é só a primeira de muitas”, conta.

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