Variadas são as estratégias de divulgação possíveis na hora de começar a criar conteúdo e, entre elas, muita gente usa o que já tem: a própria rede social, com anos de fotos, seguidores conhecidos e a família acompanhando tudo.
Mas o que funciona para uns pode não funcionar para outros. Para Sabrina Ellen, por exemplo, esse é justamente o ponto em que vale parar e pensar antes de publicar o primeiro post.
“Se você começar a divulgar, não divulga no seu Instagram pessoal. Cria uma do zero pra começar a divulgar”, afirma.
A diferença, segundo ela, não está em ter uma conta secundária ligada ao perfil de sempre. Está em começar um perfil totalmente novo, sem a rede de contatos da vida pessoal. Ela explica que a escolha tem menos a ver com alcance e mais com a cabeça de quem está começando.
“Tem muita menina que começa com o próprio Instagram pessoal, com família, com amigo. Eu não faria isso. Ia afetar muito o psicológico da pessoa”, conta.
Sabrina viu isso de perto. Algumas amigas que começaram pelo perfil pessoal enfrentaram comentários negativos e situações difíceis de lidar. Ela seguiu outro caminho e sentiu a diferença. “Eu acho que não fiquei tão afetada assim porque fiz isso. De muitas amigas minhas que fizeram, eu vi o hater, muita coisa que aconteceu com elas”, diz.
Na prática, um perfil novo dá espaço para construir uma comunidade formada por quem chegou ali por causa do conteúdo, e não por proximidade pessoal. É desse público que Sabrina se aproxima depois, já dentro da Privacy.
O Chat é o recurso de que ela mais gosta na plataforma: é ali que conversa com quem assina e conhece melhor as preferências de cada pessoa. Ela conta que hoje o resultado vem tanto das assinaturas quanto dessas conexões.


